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9/22/2007 Liderança como desvendar o seu enigma?
Para desvendar o enigma da liderança está em descobrir a raiz do pensamento do líder e o espaço onde exercer a liderança. É preciso desenvolver a raiz de todas as habilidades do pensamento: a prática, a teórica, a técnica-operacional e a tecnológica. Desenvolver o conhecimento básico até o nível de descoberta do próprio espaço e a continuação do progresso no tempo. O pensamento humano, por necessidade de defesa e de sobrevivência, encerrou-se em castelos armados uns contra os outros; não flui livremente, como linfa verdadeira, mas está circunscrito em recintos. Não se admitem idéias que não se apresentem limitadas, aprisionadas dentro de um desses recintos. Pietro Ubaldi Leia gratuitamente os livro de Pietro Ubaldi em www.ubaldi.org “Portanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhe figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas”. Lucas 6:44 A palavra que está em evidência no mundo do trabalho no século XXI é a palavra “Liderança”. Liderança é uma função exercida por uma pessoa em relação ao espaço que ocupa e no relacionamento com pessoas no espaço e no tempo. Estudando o pensamento da humanidade nós podemos provar que esta palavra sempre ocupou um espaço muito importante mesmo porque a natureza humana necessita de um líder, um mestre, um chefe, isto faz parte da cultura, mas também sinaliza o desenvolvimento da própria cultura da liderança no pensamento da pessoa. O que tem de diferente na cultura do século XXI no que diz respeito à função da palavra Liderança? Vamos buscar no ensinamento do passado o que diz o versículo de Lucas: “Portanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto”. Cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto e porque nós não somos conhecidos também pelo nosso próprio fruto? Neste século o que de mais importante está existindo é a importância da descoberta do fruto individual. No mundo das pessoas, no mundo das empresas e no mundo do trabalho está existindo uma competitividade acirrada, porque na evolução da cultura do trabalho a grande maioria foi se adaptando à idéia do outro, isto é poucas árvores dando frutos para muitos se alimentarem. O que acontece com uma árvore frutífera e que não está dando frutos? Ninguém quer, a primeira reação é cortar e queimar. Mas existe uma explicação para esta evolução do trabalho. Vejamos o que diz Pietro Ubaldi - Pensador do Século XX: “O pensamento humano, por necessidade de defesa e de sobrevivência, encerrou-se em castelos armados uns contra os outros; não flui livremente, como linfa verdadeira, mas está circunscrito em recintos. Não se admitem idéias que não se apresentem limitadas, aprisionadas dentro de um desses recintos”. O que Pietro escreve é mentira? É verdade absoluta porque nós comprovamos em nós mesmos e no mundo em que vivemos. Estudando a história podemos compreender como foi se desenvolvendo o progresso, e em verdade o progresso foi sendo desenvolvido em quaternos; por exemplo: primeiro foi desenvolvido o espaço para a prática, o artesanato, as manufaturas, uns aplicaram a sua própria habilidade e outros foram se adaptando, depois a teoria, uns desenvolveram esse pensamento originário da sua própria natureza e outros começaram a estudar o ensinamento originário desse pensamento: o direito, a filosofia, a ciência, depois o desenvolvimento do comércio, as descobertas de novos recursos e o desenvolvimento da técnica-operacional sempre existe o descobridor e os que vão adaptando ao conhecimento através do ensinamento e agora no século XX o pensamento tecnológico. Esse modelo de progredir em quaterno é alimentadora da forma de progredir em altos e baixos, mantedora da competição porque por falta de opção, obrigação e necessidade a pessoa vai se adaptando ao que existe através do ensinamento. A própria natureza individual não tem fertilidade. 9/15/2007 Promessa, palavra desgastada pela poluição!
Promessa! Quão belo é teu reluzir, quão nobre a tua função. Fizeste parte do vocabulário da civilização como o mais nobre e digno dos pensamentos. Desde a antiguidade teu valor incomensurável se fazia refletir através de teus porta-vozes. Oh! Promessa. Teus porta-vozes enfraqueceram e macularam tua função primordial. Sujaram tua ação. Usaram teu nome em vão.
Promessa! Promessa! Fizeram de ti um instrumento de manipulação de massas, como força alimentadora da ilusão, usaram tua função para impressionar, ludibriar os que ofegantes, estendiam a mão em um gesto de penitência.
O mínimo da constituição da dignidade humana seria apenas usá-la no limite de tuas possibilidades. Cada um oferecendo apenas o que poderia dispor em seu próprio limite. Mas todos os limites foram ultrapassados infamando tua função.
Promessa! Promessa! Teu poder é incomensurável. Todos os que denegriram tua função original se aviltaram, mas mesmo assim continuam sem perceber a própria insensatez. Ninguém, ninguém pode prometer além do limite do possível, mesmo que seja um ato que pareça insignificante, mas esta palavra “Promessa” não pode ser usada em vão. Ninguém pode dizer: Eu prometo sem que esteja apto para cumprir o que promete. Não se torne um enganador involuntário! Exerça sua dignidade: diga não quando é Não e diga sim quando é Sim.
Promessa! Promessa! És grandiosa demais, e em tua plenitude está registrado o CUMPRA-SE. Onde está a chave? Onde foi perdida? Estamos em um novo tempo, o tempo da regeneração!
Promessa! Promessa! A natureza de tua substância é impermeada pela renovação. Como fazer para recuperar tua função original? Reconhecendo o teu valor, o teu poder e não usar o teu nome em vão. Nesta atitude está firmada a solidez do porta-voz regenerado. Promessa! Promessa és o verdadeiro pensamento realizador.
9/1/2007 Diferencial, como desvendar o seu enigma?
Muitos pensamentos foram sendo desenvolvidos inspirados no mundo dos negócios. Muitos deles conseguiram se perpetuar durante gerações, mas agora tudo está mudando. O feito destes pensamentos não está conseguindo surtir efeitos que produzam amplos benefícios no ponto de vista de garantia de acesso de um grande número de pessoas ao mundo do trabalho e posicionar a empresa numa estabilidade duradoura. São pensamentos produtores de inovações, mas que continuam funcionando apertados lutando dentro de uma mesma caixa. Ninguém está conseguindo uma maior extensão, uma folga. É uma luta sem trégua.
Há uma grande descoberta, e todos começam a explorar apenas o espaço desta grande descoberta, é bom, mas se cada um fizesse sua própria descoberta seria melhor porque exploraria seu próprio espaço. Isto é possível? Sim.
Onde está a origem desta possibilidade? No sentimento dos mercados. Os mercados estão plenamente desenvolvidos, formados. Formados por produtos e produtores benfeitores e malfeitores. Diante deste ciclo é quase impossível haver crescimento completamente benfeitor. Como fazer para desfazer este ciclo? Observar o sentimento das pessoas. Mesmo com toda esta inovação tecnológica as pessoas continuam cada vez mais insatisfeitas agonizantes. No sentimento das pessoas existem espaços ocultos a ser explorados e que atendem de maneira ambivalente.
Onde está a base? Na pessoa ao compreender que deve mudar o pensamento concorrente. Ao invés de fazer a mesma coisa e fazer melhor é fazer diferente e fazer bem. Como criar a diferença? O grande enigma se inserta aqui. A diferença faz parte da raiz do pensamento de cada pessoa. Onde está a prova? A pessoa mesmo estando impermeabilizada pelo mesmo entendimento, mas a interpretação, a forma como ela expõe o entendimento é diversa em cada um, a pessoa só fala igual quando copia. O que isto quer dizer? Esta é a comprovação! Que cada pessoa tem no seu registro interior, oculto uma função diferente, mesmo que seja uma pequena diferença, é justamente neste ponto que está inserido o diferencial vocacional em cada ser. Como a pessoa pode descobrir este diferencial? Buscando em si mesma. Que mecanismo de busca deve usar? A auto-observação observação. Por quê? Porque a observação é o método natural para descortinar a exterioridade e a auto-observação é o método natural para descortinar a interioridade. A pessoa percorrendo este caminho consegue individualizar seu próprio espaço e seu próprio pensamento empreendedor. Este talento está relacionado com o próprio sentimento de realização pessoal. Escolher o que fazer pela concorrência é ilusão, a maior de todas as ilusões. Será que as pessoas não estão vendo o que está acontecendo com o concorrente? O brilho da pessoa está na sua verdadeira vocação, do que adianta a pessoa querer se revestir de uma couraça do faz de conta? Não dá mais para fazer de conta que é; as coisas estão acontecendo de forma tenebrosa. As pessoas estão se tornando vítimas de sua própria concorrência. Será que as pessoas estão achando pouco o que estão vendo acontecer? Será que já não está na hora de dizermos chega de concorrência e vamos criar a diferença! |
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