Maria's profileA CULTURA DO TRABALHO NO...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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11/25/2006 A UNIFICAÇÃO: IMAGEM E PALAVRAO que propõe a unificação imagem e palavra? Visão estratégica, pensamento estratégico e sentimento de humanidade.
Para viver no presente precisamos unificar a imagem e a palavra. Por quê? A imagem avança para o futuro e o pensamento recua para o passado, com a unificação, visualizamos o espaço e definimos a visualização com o raciocínio natural do presente. Mas este ambiente precisa primeiramente ser recuperado interiormente.
“A matriz de avaliação de valor cria condições para que as empresas vejam o futuro no presente. Para tanto, as empresas devem aprender a ler as curvas de valor. Como característica intrínseca das curvas de valor de um setor percebe-se uma riqueza de conhecimentos estratégicos sobre a situação presente e futura de um negócio”. A Estratégia do Oceano Azul – W.Chan Kim e Renée Mauborgne.
Nos estudos apresentados sobre a criação de oceanos azuis foram observadas as características semelhantes no comportamento da empresa e a observação da singularidade e do pluralismo do mercado inerente à natureza setorial. O Cirque du Soleil, observou o pluralismo dentro da singularidade do mundo do circo e recriou um novo circo fora dos padrões convencionais circenses e sem competir com o próprio mundo do circo. O que aconteceu com o relacionamento pluralismo e singularidade? O Cirque du Soleil saiu do pluralismo do mundo do circo e recriou sua identidade singular. Esta identidade singular passou a atender um público plural. A Casella Vines indústria de vinhos australiana, objetivando abranger uma maior fatia do estagnado mercado americano, alimentada pelo pluralismo das marcas de vinhos dentro da singularidade do vinho, recriou uma nova bebida, uma bebida singular que conseguiu atrair uma nova demanda, uma demanda plural movimentando o estagnado mercado americano de vinhos.
Quem está por trás destas empresas? Pessoas. Pessoas dotadas de aptidão perceptiva. As palavras que foram definidas pelas duas empresas para a recriação de seus espaços foram as mesmas:
REDUZIR
ELIMINAR CRIAR
ELEVAR
(...) A matriz de avaliação de valor cria condições para que as empresas vejam o futuro no presente (...). Esta frase solicita uma atualização do pensamento. O que isto quer dizer? Podemos observar como estamos mantendo o nosso pensamento. Estamos atualizando nosso pensamento com informações do presente ou estamos pensando sempre no que fizemos ontem? Para vermos o futuro no presente precisamos avançar o passado e recuar o futuro.
(...) Para tanto, as empresas devem aprender a ler as curvas de valor (...). Podemos observar nesta frase que os colaboradores precisam muito mais do que os ensinamentos, precisam de conhecimento. Qual é a diferença? O ensinamento é a parte tecelã do pensamento e o conhecimento é a parte tecnológica do pensamento, precisamos também da parte teórica do pensamento para definir a imagem e da parte tecno-operacional para a operacionalização da imagem e palavra. Identificamos quatro partes que em movimento forma um pentágono unificado.
(...) Como característica intrínseca das curvas de valor de um setor percebe-se uma riqueza de conhecimentos estratégicos sobre a situação presente e futura de um negócio (...). Podemos observar acima as quatro ações aplicadas na recriação do espaço das duas empresas citadas. O que fazer? A empresa foi criada com o pensamento do passado. Ela vai buscar no presente a diferença entre o comportamento que motivou a criação e que está colocando o negócio em movimento insustentável. Podemos ver que ELIMINAR | CRIAR forma a linha horizontal e REDUZIR | ELEVAR forma a linha vertical. A horizontal é a imagem antiga que precisa ser eliminada e criar uma nova imagem o presente e a vertical é o pensamento antigo que deu forma a imagem antiga que precisa ser REDUZIDO os antigos valores e ELEVAR observando os novos valores para CRIAR uma nova imagem com novo conteúdo com valor ELEVADO. Concluímos que o novo espaço nasce da congruência da horizontal com a vertical, aqui (+). O Oceano Azul é um alerta natural para a atualização do pensamento. Atualizar o pensamento é viver no presente para definir estratégias de conformidade com a cultura de equilíbrio da atualidade. “No entanto, sob a nova abordagem, nossa pergunta foi: Será que existem empresas “excelentes” ou “visionárias” duradouras, que superam continuamente o desempenho médio do mercado e criam reiteradamente oceanos azuis”? O propósito do autoconhecimento | conhecimento é a renovação contínua do conteúdo sem modificar o continente. O pensamento se movimenta em uma curva. O que produz a curva? Alto e baixo. A nova ordem de valores é o movimento em reta. O que produz a reta? O contínuo. A descontinuidade é motivada pela perda do valor. Existe uma mudança natural dos valores no espaço e no tempo e nós não conseguimos nos inserir. 11/18/2006 PENSAMENTO FRACO: COMO FORTALECER?Por que o pensamento está fraco? Porque ele está fragmentado em forma de raiz. Na raiz está o talento individual. O que fazer para desenvolver este pensamento talentoso? Buscar no espelho a imagem e a palavra para solucionar e fortalecer. Nesta busca, a área do subconsciente o semelhante atrai o semelhante, isto é imagem atrai imagem e pensamento atrai pensamento. Qual é o espelho? O espelho tem como base as propriedades do pensamento que são: diminuir, somar, multiplicar e dividir. Qual é o espelho do diminuir? Somar. Qual é o espelho do somar? Diminuir. Qual é o espelho do multiplicar? Dividir. Qual é o espelho do dividir? Multiplicar. As propriedades fragmentam o pensamento em quatro partes. Quando cada pensamento busca seu espelho, reduz os fragmentos em dois fragmentos que são partes dos quadrantes superiores: dividir e somar. O dividir cria dois movimentos que são vinda e retorno. A soma cria a sustentação entre o movimento de vinda e retorno.
“Já se comenta sobre oceanos azuis. No entanto, conta-se com pouca orientação prática sobre como criá-los. Sem modelos analíticos para desbravar oceanos azuis e sem princípios sólidos sobre como gerenciar o risco de maneira eficaz, a criação azuis continua sendo mera fantasia, vista como arriscada demais para ser perseguida como estratégia”. A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim – Renée Mauborgne.
“Já se comenta sobre oceanos azuis” É perceptível a existência da divisão no mundo do trabalho, uns marcando passo e outros passeando e outros parados. A causa desta divisão é o pensamento. Tudo o que fazemos, fazemos pensando, mas se o pensamento raiz, o pensamento talentoso está fraco como vamos fazer?
“No entanto, conta-se com pouca orientação prática sobre como criá-los”. O desenvolvimento do pensamento é através do ensinamento. Nós podemos observar que esta frase está solicitando algo novo. O que a frase diz? (...) conta-se com pouca orientação prática sobre como criá-los (...). A frase está dizendo que é preciso que surja alguém para ensinar como criar o oceano azul. Nós estamos vivendo na ERA DO CONHECIMENTO. Na era do conhecimento existe uma nova cultura, a cultura do conhecimento. Nós estamos precisando do CONHECIMENTO para desbravar novos espaços. Mas que conhecimento? Se conhecer primeiramente para despertar o mecanismo de busca. Como vamos nos conhecer? Monitorando sistematicamente nossa interioridade, nossos pensamento, nossos sentimentos, nossa imaginação. Estar consciente do que vê, do que ouve, do que fala, do olfato. Criando todo este ambiente conscientemente nós começamos a raciocinar. Não existe ensinamento para raciocinar, existe conhecimento da área. Conhecendo a área nós começamos a elaborar simbolicamente um projeto, de repente este projeto é um novo modelo de negócios – um oceano azul ou muito além porque raciocinando nós completamos o movimento com vinda e retorno do conhecimento.
Toda a preocupação gira em torno da frase (...) gerenciar o risco de maneira eficaz (...). Por que nós pessoas precisamos de alguém para nos dar um modelo pronto? Por que nós mesmos não começamos a desenhar este modelo o nosso modelo? Para construir um novo modelo precisamos saber VER, OUVIR. O oceano azul nasce na sombra do oceano vermelho, é por isso que fica difícil elaborar princípios específicos porque é preciso conhecer e reconhecer primeiramente a ineficácia do vermelho. Para criar oceanos azuis o pensamento busca como complemento o seu espelho. Para gerenciar os riscos podemos ir elaborando um projeto simbólico. No encontro com o espelho, surgem às sombras, os obstáculos que precisamos remover para limpar o caminho. Os riscos são os obstáculos, portanto, elaborando um projeto simbólico podemos ir conhecendo os riscos teoricamente, depois de reconhecer os riscos podemos operacionalizar soluções e depois testar na prática. Quando este projeto simbólico vai para a prática ele já percorreu o caminho interior, já existe uma consciência operacional vivenciada. www.pensamentocompleto.com
11/11/2006 ESCOLHA: LER CONSCIENTE OU INCONSCIENTE!O que quer dizer? Que quando lemos simplesmente por ler a leitura é inconsciente, traz um benefício relativo. Repassa apenas uma informação superficial. Alimenta a decoreba. Repete sem compenetrar-se da idéia. Mas para sentirmos o benefício completo é preciso alimentar o pensamento consciente, isto é, devemos ler BUSCANDO. Buscando o quê? O benefício, o conhecimento, o ensinamento. Esta busca é um mergulho na profundidade da palavra, da frase, do parágrafo, do texto. Esta busca vai ativando o movimento de ler e reler.
Vamos ler a frase extraída do livro A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL – W. Chan Kim • Renée Mauborgne.
Por que estamos reproduzindo as frases deste livro? Porque o estudo apresentado nos ajuda a conhecer nosso oceano vermelho, criar nosso oceano azul e nos posicionar acima dos oceanos, vermelho e azul que é a deliberação do um novo espaço conscientemente sustentável, um espaço construído passo a passo. O espaço CONSCIÊNCIA.
“O primeiro princípio da estratégia do oceano azul é reconstruir as fronteiras do mercado para se libertar da concorrência e criar oceanos azuis”.
Na frase qual é a palavra que produz movimento novo? Reconstruir, o quê? As fronteiras do mercado. Por quê? Para se libertar da concorrência, em que transmuda a palavra libertar, criar oceanos azuis.
Quando lemos inquirindo, buscamos na profundidade o sentido da palavra. O sentido da palavra é a verdadeira informação onde há a contenção do benefício. Quando assim agimos estamos estimulando o pensamento consciente, e conseqüentemente formando o Ser consciente, o SER que age com consciência.
Podemos observar que fizemos uma pergunta genérica: “qual é a palavra?” Esta pergunta genérica nos deu uma resposta dentro do próprio parágrafo, que foi a palavra “RECONSTRUIR”, quando fizemos à pergunta a palavra - RECONSTRUIR, ela nos deu como resposta a frase “as fronteiras do mercado” e automaticamente estimulou o pensamento a responder a pergunta de modo interrogativo - por quê? E explicativo: A explicação é: “para se libertar da concorrência”.
Esta explicação sugere uma nova pergunta específica para obter uma resposta conclusiva.
Qual é a pergunta? 1. Como fazer para se libertar da concorrência?
A pergunta nº. 1 e a nº. 2 solicita a mesma resposta. Isto quer dizer que está havendo uma atração pelo semelhante. Os pensamentos negativos estão atraindo os negativos e os pensamentos positivos estão atraindo os positivos. É decisiva a importância da formação do pensamento consciente, para sairmos do jogo inconsciente.
Todo o mundo do trabalho está vivendo um momento de apertura. Aperto financeiro; aperto para encontrar um espaço no mercado de trabalho, aperto para se manter estável no mundo do trabalho. Quem tem de resolver este problema somos nós mesmo. Como vamos resolver? BUSCANDO! Como vamos realizar esta busca? Usando o que nossos recursos naturais. Qual é o recurso natural? A observação e auto-observação. Quando nós ativamos este link, automaticamente os obstáculos começam a surgir concomitantemente com as soluções. Isto é o que podemos denominar de progresso consciente. É evidente que estas coisas acontecem de modo lento, seguindo o modelo do vegetal. Primeiro preparamos a terra, adubamos, plantamos a semente, esperamos germinar, depois nasce a plante e só depois de um tempo é que começa a dar os frutos. Quem começar a plantar agora já está se preparando para em breve colher os frutos. Quem plantar colhe. E quem não plantar como é que pode colher, se é assim que funciona o mecanismo de mudança do pensamento.
11/4/2006 O ENIGMÁTICO MERCADO DE TRABALHO As frases 1 e 1' e frases 2 e 2' foram copiadas do livro: A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL - W. Chan Kim e Renée Mauborgne.
FRASE 1: “O eixo horizontal representa a variedade de atributos nos quais o setor investe e compete”.
Frase 1’: Eixo horizontal: “Geralmente, esses atributos são considerados indispensáveis ainda que não mais gerem valor ou até mesmo destruam valor”.
FRASE 2: “Agora, vejamos o eixo vertical da matriz, o qual retrata o nível de oferta de cada atributo segundo a percepção dos compradores”.
Frase 2’ : Eixo Vertical: “Às vezes, os atributos valorizados pelos compradores mudam completamente, mas as empresas que se empenham em imitar umas as outras não reagem à mudança – e não raro nem mesmo se dão conta de sua ocorrência”.
Vamos estudar as duas frases. Frase 1 e seu complemento 1’ e frase 2 e seu complemento 2’: Vamos transferir as informações destas frases para a personalização da pessoa em empresa.
O que nós pessoas fazemos? Seguimos o convencional. Qual é o convencional? É nos adequar a realidade repassada na existência. Esta é a fórmula seguida pela maioria e são raros os casos onde nos diferenciamos dos demais. Por exemplo: os descobridores, os inovadores. Observando as escolhas das disciplinas quanto ao acesso as universidades, quem continua mais concorrida? As tradicionais. A maioria se sente atraído pelo nível de concorrência da igualdade. Os espaços ocupados pelas disciplinas tradicionais estão abarrotados, mas mesmo assim é invisível aos olhos este transbordamento. Isto quer dizer que existe uma cegueira quanto à percepção do espaço. Existe uma desinformação. Pesquisas demonstram que muitas pessoas investem em mestrado, doutorado, phd, mba, e mesmo assim a ocupação do espaço ainda continua insegura. Nesta área competitiva quem está fazendo a diferença, ainda é o pensamento fortemente competitivo, aquele que sai derrubando tudo o que aparece em frente sem medir conseqüências. Mas até quando isto pode acontecer se a verdadeira natureza de humanidade exige que os sentimentos sejam respeitados! Que a vida deve ser respeitada! Que a razão e o direito é o novo padrão que está desfazendo a curva de valores! O pensamento altamente competitivo sem sentimento de humanidade está perdendo o fôlego. Está em alto risco porque está contra a lei natural. Vamos reler a frase 1 e 1’:: “O eixo horizontal representa a variedade de atributos nos quais o setor investe e compete”. “Geralmente, esses atributos são considerados indispensáveis ainda que não mais gerem valor ou até mesmo destruam valor”.
Qual será o natural? Nós irmos observando o mundo do trabalho desde a adolescência. Procurando definir a congruência entre nosso pensamento e nosso sentimento, para irmos testando a igualdade dentro de nós para depois fazermos à diferença fora de nós, isto é, no mundo do trabalho. Com base neste banco de dados interior, poderemos escolher a disciplina que torna esta realidade possível. E existem muitos casos novos, onde no mundo atual ainda está faltando outras disciplinas que atendam a nova demanda. Mas quem vai descortinar estes novos espaços? Os que despertam interesse por coisas raras, excepcionais. Os sentimentos estão mudando, mas nós tentamos abafar os vislumbres do inaudito. Temos medo de ser deferente no mundo exterior, preferimos ser igual, mesmo que esta igualdade esteja perdendo continuadamente o valor. A inovação cria uma igualdade interior para a possibilidade de uma diferença exterior. O comportamento diferente, sustentável está embasado sincronicamente entre o contingente interior e o contingenciamento exterior. O que diz a frase 2: (...) o qual retrata o nível de oferta de cada atributo segundo a percepção dos compradores (...). O que acontece com nossa percepção se a nossa visão e o nosso pensamento estão desconectados? Como podemos elaborar a informação que condiz com a realidade? Qual é a realidade? A realidade é o mapa do presente, o da idade contemporânea.
(...) Às vezes, os atributos valorizados pelos compradores mudam completamente (...). Nós próprios somos os compradores, mesmo assim não sabemos definir nossa imaginação, nosso pensamento e nosso sentimento. Sentimos que algo está mudando, mas não sabemos definir. Por que não sabemos definir? Por que o fator mutante está inconsciente. Nós precisamos atualizar este fator, através do SE CONHECER. (...) mas as empresas que se empenham em imitar umas as outras não reagem à mudança (...), somos nós pessoas quem formamos a empresa, o mercado de trabalho, é importante nós descobrirmos se somos imitadores ou inovadores. A própria substância da natureza é de mutação. As células do nosso corpo se renovam sempre. A renovação é vida. É importante SE CONHECER para começarmos a fazer funcionar os dois lados da nossa cabeça. Estamos vivendo em um mundo digital, portanto devemos nos tornar Seres digitais.
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