Maria's profileA CULTURA DO TRABALHO NO...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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1/27/2007 SUBSTITUTOS E ALTERNATIVOS: O QUE QUER DIZER?“Os produtos e serviços cujas formas são diferentes, mas que oferecem as mesmas funções ou a mesma utilidade básica são geralmente substitutos uns dos outros. Por outro lado, produtos e serviços alternativos são aqueles cujas formas e funções são diferentes, mas têm o mesmo propósito”. (...) Em cada decisão de compra, os compradores implicitamente pesam as alternativas, geralmente de maneira inconsciente (...) (...) Por alguma razão, geralmente abandonamos esse raciocínio intuitivo quando nos tornamos vendedores (...) Fonte: A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne. Editora Campus.
PRODUTOS E SERVIÇOS Substitutos: Formas diferentes e a mesma função. Alternativos: Formas e funções diferentes. Mesmo propósito.
O que vem acontecendo desde a última década do século XX e continua acontecendo durante o século XXI? Uma mudança inconsciente. Esta mudança está acontecendo no ambiente. Nós pessoas estamos inseridos no ambiente. O ambiente sofre a influência do tempo. Este ambiente está mudando e nós pessoas continuamos os mesmos. O que está acontecendo? Falta de comunicação entre nós e o ambiente. Por que está havendo esta falta de comunicação? Porque o ambiente está sendo alimentado pela energia do presente e nosso pensamento continua sendo alimentado pela energia do passado.
O que implicam substitutos e alternativos?
Substitutos fazem parte da cultura do passado e alternativos fazem parte da cultura do presente. Por quê?
O modelo organizacional do passado, isto é, dos séculos anteriores é um modelo substituto. Isto é não existe lugar para todos, isto é, uns cedendo o lugar para o outro. O modelo organizacional que está escrito no presente existe lugar para todos, isto é, cada um ocupando o seu lugar. Nós precisamos aprender a ler o presente.
Qual é a causa? O pensamento. Por exemplo: No tempo dos reinados havia um pensamento dominante. Qual foi o pensamento? A ociosidade. Os nobres eram ociosos por isso existiam os servos. Quando muito dos servos libertos se cansaram de servir aos seus senhores ao se rebelaram foram formando uma nova comunidade. Os servos foram mudando a FORMA: burgos, as primeiras comunidades de servos libertos, que deu origem a uma nova classe social a burguesia. O servo se tornou burguês. Houve um substitutivo. Mas com a mesma FUNÇÃO: Não existe lugar para todos, o que foi derrubado? O sistema feudal. A burguesia e a Aristocracia, formas diferentes, mas com a mesma função. Qual a função? A continuação da exclusão. Qual é a marca da cultura do presente? A inclusão pessoal de todos. Como é feita esta inclusão pessoal? Através de projetos individuais alternativos. A forma é diferente: CATEGORIA: pessoas. A função é diferente: LUGAR PARA TODOS: todas as pessoas. O mesmo propósito: INCLUIR HUMANIZANDO.
O que diz Neemias 4:5 – sobre a presença do pensamento de exclusão social:
“No entanto, nós somos da mesma carne como eles, e nossos filhos são tão bons como os deles; e eis que sujeitamos nossos filhos e nossas filhas para serem escravos, algumas de nossas filhas já estão reduzidas à escravidão. Não está em nosso poder evitá-lo; pois os nossos campos e as nossas vinhas já são de outros”.
Por quê? (...) nós somos da mesma carne como eles, e nossos filhos são tão bons como os deles (...), a causa é o pensamento raiz, nasceram no mesmo tempo, mas a raiz do pensamento se formou em espaços diferentes.
Este pensamento do passado se perpetua, mas no momento em que vivemos está ficando impossível viver de conformidade com este pensamento antigo. Este pensamento está perdendo o sentido de viver. Quais os efeitos danosos? Desemprego, falência, competitividade acirrada, aumento da miséria, da violência – isto é desumanidade. Qual é a ALTERNATIVA? A inclusão pessoal. Esta inclusão é despertada pela CONSCIÊNCIA do poder político: ocupação do espaço; poder econômico: investimento no espaço; poder religioso: religiosidade no espaço. A redução da distância espaço/tempo. Por que é importante esta redução? Porque já não existe mais tempo para nada e muito temos o que fazer. A vida pede socorro, precisamos socorrer enquanto é tempo. O substituto: A disjunção entre tempo e espaço: passado e futuro. A alternativa: a junção tempo e espaço: o presente.
www.pensamentocompleto.com - A raiz do pensamento, como começamos a progredir?
1/6/2007 COMO PENSA O SER DIGITAL?O SER DIGITAL não pensa RACIOCINA. Qual é a diferença entre pensar e raciocinar? Pensar é como todos nós somos – pensadores. Raciocinar é o novo pensamento – o raciocínio. Como raciocina o ser digital? De fora para dentro e de dentro para fora. No ambiente dos sentidos é prospectado o raciocínio. O raciocínio é o sentido da palavra. O pensamento é o sentido da imagem. Como se comunica de fora para dentro? Visualização, sentido da visualização, desdobra em sentido da palavra - o entendimento. Como se comunica de dentro para fora? Pensamento, sentido do pensamento, desdobra em sentido da palavra - o argumento. Os destaques na cor verde foram extraídos do livro: A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL – W. Chan Kim – Renée Mauborgne – Editora Campus.
“Nossos estudos revelaram que a inovação de valor consiste em redefinir o problema em que se concentra o setor em vez de descobrir soluções para os problemas existentes”.
Esta frase está relacionada com a empresa, mas quem é a empresa senão NÓS! O que está querendo dizer a frase “inovação de valor”! O que temos percebido no mundo das pessoas? Uma completa fragmentação na concepção dos valores. A maior decadência. Onde está a causa? No pensamento. Nós precisamos fazer uma análise para verificarmos como anda nossos pensamentos. Com que nós gostamos de alimentar nossos pensamentos? O potencial criativo, resolutivo vai depender muito da qualidade de pensamento. Como nós podemos solucionar um ambiente se nosso pensamento está decadente? O que é um pensamento decadente? Somente cada um de nós é capaz de responder que pensamentos “viajam” por nossa cabeça e qual é o propósito desses pensamentos.
O que está propondo a cultura do trabalho como alternativa para a ocupação do mundo do trabalho com equilíbrio? Valores inerentes à natureza do SER CONSCIENTE.
“O tipo de linguagem usada na matriz de avaliação de valor reflete se a visão estratégica da empresa resulta de uma perspectiva “de fora para dentro”, orientada ao mercado, ou de uma perspectiva “de dentro para fora”, movida pelas operações internas”.
Vamos raciocinar, “de fora para dentro” existem a predominância de valores que estão em decadência, mas também existe uma solicitação para a mudança na ordem dos valores. O que devemos fazer? Uma avaliação do nosso pensamento interior e compararmos com o pensamento exterior. Com esta ação nós podemos verificar realmente o que precisamente tem valor. Existe uma grande demanda precisando deste atendimento, onde esta demanda necessitada se transforma em nova demanda.
Quais são as solicitações “de fora para dentro”? Trabalhar. E quais são as seis palavras que alimentam a ação do verbo trabalhar neste século? ADOTAR, INTERAGIR, INOVAR, AGIR, SOLUCIONAR, RECUPERAR. Podemos observar que as funções destas seis palavras funcionam precariamente. Estas palavras correspondem a esta frase: (...) O tipo de linguagem usada na matriz de avaliação de valor reflete se a visão estratégica da empresa resulta de uma perspectiva (...) o mercado está solicitando a ação funcional desta linguagem. Mas, onde vamos recuperar esta linguagem senão o pensamento?
Vamos raciocinar, “de dentro para fora” o que temos de valor, que função inerente a nossa natureza que nós ainda não descobrimos, mas de repente é algo tão elevado, e que podemos usar para criar uma nova demanda, incluindo o antigo e o novo. Qual é a palavra que sintetiza o movimento “de dentro para fora”? Totalização. E quais são as seis palavras que alimentam o ato do trabalho? FLEXIBILIDADE, TOLERÂNCIA, DISCERNIMENTO, INICIATIVA, EQUILIBRIO, RESPONSABILIDADE. Podemos comprovar que as funções inerentes à natureza destas seis palavras também funcionam precariamente.
(...) ou de uma perspectiva “de dentro para fora”, movida pelas operações internas (...) quais as palavras que dão movimento as “operações internas”?: Flexibilidade, tolerância, discernimento, iniciativa, equilíbrio, responsabilidade. Seis palavras que alimentam a ação do verbo trabalhar.
(...) “de fora para dentro”, orientada ao mercado (...) Quais as palavras que correspondem a frase: “orientada ao mercado”? Adotar, interagir, inovar, agir, solucionar, recuperar. Seis palavras que totalizam o ato do trabalho.
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